Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012
Estado Ideal
Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012
Fotogramas do Mundo
Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012
Boicote a quem faz boicote ao Pingo Doce
1. emprega cerca de 30.000 pessoas em Portugal e mais de 60.000 em todo o mundo
2. vai continuar a pagar os seus impostos - e os mesmos - em Portugal
3. deu um bom exemplo a todas as empresas portuguesas de como gerir o risco soberano
e sobretudo porque:
estamos fartos de slogans idiotas e de supostas causas, que a serem seguidas apenas contribuiriam para empobrecer ainda mais Portugal, decidimos fazer BOICOTE A QUEM FAZ BOICOTE AO PINGO DOCE
Sábado, 31 de Dezembro de 2011
As avós e os beijos dos campos
A vida junto dela era uma opereta melancólica, interpretada sem esperança de público no cenário vetusto da pobreza, por uma frágil Cinderela sobrecarregada de trabalhos e que nunca veria, nunca, o seu vestido cinzento tornar-se vestido de noite e as suas abóboras transformarem-se em carruagem
De noite sentava-me nos seus joelhos e murmurava-me uma canção de embalar da sua autoria, que dizia incansavelmente: "Tous là-bas, Tous là-bas, Tous là-bas, bas, bas; Tous là-bas, bas, bas, bas". Eram as únicas palavras da canção, que não durava menos do que um bom quarto de hora. Este tu-lá-bá repetido em todos os tons fazia-me sonhar, sorrir e dormir. A ela devo, provavelmente, ter suportado melhor do que quaisquer outros certas enumerações da liturgia, que alguns tendem a achar demasiado longas e que a mim pareceriam demasiado curtas. (...)
Nunca recebi dela senão biscoitos e carícias, aqueles bons grandes beijos do campo que saltam como rolhas de champagne, e nunca a vi irritada, nem sequer de mau humor. (...)
Morreu não muito velha, longe disso, da doença que outrora se chamava anemia perniciosa e que por ter recebido depois um nome mais científico não deixa de ser menos inexorável.(...)
Tinha sido transportada ao hospital (...). As religiosas do hospital, sabendo o estado da doente, tinham-na instalado num quarto muito amplo, que dava para um jardim através de uma alta janela sem cortinas. Toda ela era brancura sob os cabelos brancos, ainda mais pequena e como que apertada no meio da cama que ela não ousava ocupar completamente, mas não mais revoltada, nem menos delicademente acolhedora, apenas um pouco mais distante, espantada por ser servida e por estas senhoras instruídas, que de vez em quando entreabriam a porta e retiravam-se sem que ela encontrasse algo para lhes perguntar.
Não se preocupava mais consigo mesma do que habitualmente e as suas palavras foram de compaixão pelos sofrimentos de um outro. Os seus olhos enfraquecidos, que já não conseguiam ler, fixavam-se muitas vezes num crucifixo pendurado na parede, em frente da cama. Um dia, e foi o seu último dia, olhou-o longamente e disse, mais distante do que nunca de pensar na sua própria sorte: "Ah, coitado do homem", no tom de piedade delicada, último pipilar da ave esgotada, chegando a saltitar ao fim do ramo que ia partir-se."
Frossard, André. Deus existe, eu encontrei-o
Domingo, 18 de Dezembro de 2011
O Porquê do Jantar dos Conjurados

Tenho lido na internet algumas críticas aos jantares organizados pelas reais associações, em particular ao jantar dos conjurados, daí escrever este pequeno apontamento, no qual sintetizo a minha opinião.
Em primeiro lugar, o jantar dos conjurados é a perpetuação da memória histórica; da memória de indivíduos que arriscaram tudo o que tinham (e alguns deles tinham muito) em prole do bem comum. Os conjurados eram fidalgos de antiga linhagem, possidentes, que podiam ter pactuado com D. Filipe e, consequentemente, retido a sua influência na corte e na sociedade da época. Optaram por não o fazer. Optaram por arriscar uma morte dolorosa e humilhante, a perda de todos os seus bens, o conforto das suas vidas. É nosso dever, não só enquanto monárquicos, mas também enquanto portugueses, garantir que a sua memória perdura. É neste jantar, todos reunidos, que damos graças a Deus por ter levado a iniciativa dos conjurados a bom porto.
Em segundo lugar, o jantar serve um propósito mais prático e mais mundano: fortalecer os laços entre os monárquicos, através do convívio salutar, através da discussão de ideias, através da formação de novos conhecimentos e novas amizades. No jantar dos conjurados que decorreu no CCB estiveram presentes muitos jovens: alguns eram meus amigos, outros meus conhecidos e outros ainda não tinham sido apresentados. Fiquei a conhecer vários, troquei contactos, discuti a possibilidade de novas iniciativas, dei a conhecer a recém-reestruturada Juventude Monárquica do Porto da qual faço parte. Tudo isto faz parte do tão necessário “trabalho de base” para uma maior coordenação entre as várias reais associações e juventudes monárquicas.
Por fim, o jantar é ainda a oportunidade de travar conhecimento com SAR o Sr. D. Duarte — algo que havia feito há bastante tempo – e que tem sempre disponibilidade e paciência para ouvir opiniões dos monárquicos, dar sugestões, partilhar connosco a sua sabedoria que advém de longos anos ao serviço da Pátria.
Termino com uma nota aos que criticam o jantar com acusações de elitismo. Aos que criticam o preço, que olhem para as quantias que gastam em bilhetes para jogos de futebol, presentes de Natal e outros divertimentos frívolos e que olhem para dentro antes de criticar os que se esforçam para reunir os monárquicos num grande evento. Aos que criticam o traje, direi apenas isto: um jantar com a Família Real requer dignidade e protocolo. Se não entendem isto e sugerem que se vá cumprimentar SAR de calças de ganga e camisa por fora das calças, então demonstram uma falta de nível tremenda, já para não falar da mais básica das cortesias para com o Sr. D. Duarte. Aos que criticam o compadrio, tenho apenas a dizer que quanto mais unidos e próximos forem os monárquicos, maior será a força da nossa causa.
Saúdo SAR o Sr. D. Duarte, Duque de Bragança pela sua mensagem de realismo e de patriotismo, saúdo o Sr. Conde de Avintes (Dr. Luís Lavradio) pelo trabalho que tem feito em prole da Causa Real e saúdo os organizadores do jantar por um evento do qual os monárquicos se podem orgulhar.
Viva El Rey.
Henrique Sousa de Azevedo
Terça-feira, 6 de Dezembro de 2011
Sexta-feira, 2 de Dezembro de 2011
The Screwtape Letters
¿Empiezas a coger la idea? Gracias a ciertos procesos que pusimos en marcha en su interior hace siglos, les resulta totalmente imposible creer en lo extraordinario mientras tienen algo conocido a la vista. No dejes de insistir acerca de la normalidad de las cosas. Sobre todo, no intentes utilizar la ciencia (quiero decir, las ciencias de verdad) como defensa contra el Cristianismo, porque, con toda seguridad, le incitarán a pensar en realidades que no puede tocar ni ver. Se han dado casos lamentables entre los físicos modernos. Y si ha de juguetear con las ciencias, que se limite a la economía y la sociología; no le dejes alejarse de la invaluable «vida real». Pero lo mejor es no dejarle leer libros científicos, sino darle la sensación general de que sabe todo, y que todo lo que haya pescado en conversaciones o lecturas es «el resultado de las últimas investigaciones». Acuérdate de que estás ahí para embarullarle; por cómo habláis algunos demonios jóvenes, cualquiera creería que nuestro trabajo consiste en enseñar.
Tu cariñoso tío,
Screwtape"
Terça-feira, 22 de Novembro de 2011
Terça-feira, 15 de Novembro de 2011
Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011
Daria vontade de rir, se não fosse tão triste...
We are seeking for an experienced, mature and qualified professional, with previous and related experience, a high level, ideally in Secretariat or Assistance Management, easy in using informatic tools, fluency in Portuguese and English, age till 35 years old and high personal availability."
O link pode ser encontrado num famoso site de recrutamento de um jornal semanário.
Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011
Domingo, 18 de Setembro de 2011
Do ouro, da comunicação social, do Relvas, das campanhas a apelar ao sacrifício, de como a história se repete e repete...
Sexta-feira, 16 de Setembro de 2011
O CRAT - o C
«Não somos conservadores - dada a passividade que a palavra ordinariamente traduz. Somos antes renovadores, com a energia e a agressividade de que as renovações se acompanham sempre. O nosso movimento é fundamentalmente um movimento de guerra. Destina-se a conquistar - e nunca a captar. Não nos importa, pois, que na exposição dos pontos de vista que preconizamos se encontrem aspectos que irritem a comodidade inerte dos que em aspirações moram connosco paredes-meias. É este o caso da Nobreza, reputada como um arcaísmo estéril em que só se comprazem vaidades espectaculosas. A culpa foi do Constitucionalismo que reduziu a Nobreza a um puro incidente decorativo, volvendo-a numa fonte de receita pingue para a Fazenda. Foge, cão, que te fazem barão!- chacoteava-se à volta de 1840. Mas para onde, se me fazem visconde?! E nas cadeiras da governança o cache-nez célebre do duque de Avila e Bolama ia esgotando os recursos do Estado em matéria de heráldica.»
Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011
Monarquia em Movimentação...
Confesso que há bastante tempo que não escrevo na página da Plataforma Pensar Claro, mais por laissez-faire do que por qualquer impedimento, contudo uma questão que me tem vindo a preocupar impele-me a escrever este texto: porque razão proliferam tantos movimentos monárquicos?
É indiscutível que o número de monárquicos tem vindo a crescer, o que, a meu ver, se deve tanto ao descontentamento e desapontamento generalizado com o fracasso que a república tem sido, como ao esforço concertado da Causa Real para promover o conceito de monarquia constitucional. Com efeito, a Causa e as Reais Associações têm vindo a crescer, estando cada vez mais activas na sociedade — prova disso são os eventos realizados em Coimbra aquando da celebração do 5 de Outubro, o jantar dos conjurados ou o congresso que decorreu no Porto no passado dia 14 de Maio de 2011. Todos estes eventos foram marcados pela adesão em massa dos associados, sendo digno de nota que estiveram presentes cerca de 800 pessoas no jantar que decorreu no Convento do Beato. Assim se verifica a qualidade dos eventos que só credibilizam e dignificam o nosso propósito que é a restauração da monarquia em Portugal.
Não obstante, um fenómeno assaz curioso e que merece reflexão é que me leva a escrever. Uma breve consulta ao Facebook permite-me encontrar as seguintes colectividades:
-Movimento Mil Cento e Vinte e Oito
-Movimento Monárquico do Ribatejo
-Movimento Independente Monárquico
-Centro Monárquico do Porto
-Movimento de Unidade Monárquica
-Monárquicos de Gaia
A lista continua, fica aqui esta breve amostra. Partindo do princípio que as ditas organizações têm materialização física, não se ficando pelo âmbito virtual, é de admirar que surjam tantas colectividades de forma espontânea quando há uma estrutura oficial e devidamente reconhecida e mandatada por SAR o Sr. D. Duarte, Duque de Bragança. Gostaria de deixar bem claro que não conheço estes movimentos, pelo que não sei em que contexto específico surgiram, contudo penso que seria importante os membros da direcção contactarem as Reais Associações das áreas em que se inserem, com o intento de esclarecer a sua posição. Não me parece benéfico que estas estruturas, se bem que com a melhor das intenções, desenvolvam as suas actividades “à margem” das estruturas oficiais. A meu ver, a melhor forma de os monárquicos se coordenarem é aderirem às Reais e oferecem os seus préstimos, que certamente serão bem recebidos. Reitero que não pretendo injustiçar nenhuma das colectividades anteriormente mencionadas, tratando-se meramente de uma sugestão.
Tendo dito, gostaria agora de me debruçar sobre uma organização em particular: o Centro Monárquico do Porto. Consultando o website http://noticias-cmp.blogspot.com/, verifico que os corpos sociais contam apenas com três pessoas: Rui Barandas, Sérgio Vieira de Carvalho e Diogo de Campos. Nunca me encontrei com nenhum dos três, apesar de já ter ouvido falar do Sr. Rui Barandas e do Sr. Sérgio Vieira de Carvalho. Quanto ao Diogo de Campos, abordou-me uma vez via Facebook. Se bem me lembro, reclamava vários títulos de nobreza, aos quais não tinha direito. Uma breve pesquisa na Internet permite encontrar o website http://sites.google.com/site/diogodecampos11/agenda no qual este jovem afirma ser descendente do Barão de Nova Sintra. Passo a citar:
“5 de Junho de 2011 - Diogo de Campos irá participar numa homenagem ao primeiro Barão de Nova Sintra, seu quarto avô; nas instalações do Colégio do Barão de Nova Sintra no Porto.”
Aproveito para informar que José Joaquim Leite Guimarães, primeiro e único Barão de Nova Sintra casou duas vezes, não tendo tido descendência de nenhum dos casamentos (vide ZUQUETE; Afonso; Nobreza de Portugal e Brasil; vol. 3, pág. 61).
À parte das pretensões nobiliárquicas sem qualquer fundamento e para não me desviar mais do cerne da questão, parece-me estranho que haja um Centro Monárquico no Porto, sabendo eu que há uma Real Associação (da qual sou associado). Se se tratasse de uma zona do país na qual não houvesse representação da Causa Real, até faria sentido que os portuenses se agrupassem num movimento. Não sendo o caso, não me parece que a sua existência faça qualquer sentido. Estes senhores participam num grupo intitulado “Queremos Uma Monarquia Democrática em Portugal”, no qual se encontram frequentemente críticas à Real Associação do Porto e à Juventude Monárquica.
Deixando bem claro que este texto reflecte a posição pessoal do autor e não destas estruturas (Real do Porto e Juventude Monárquica), aproveito para informar o leitor de que me sinto muito bem representado pela Real Associação do Porto e pela Causa Real. Assim sendo, as críticas que são publicadas no “Quero Uma Monarquia Democrática em Portugal” são, a meu ver, sem qualquer fundamento.
Dou por terminado o que pretendia que fosse uma breve nota e que acabou por se tornar num texto extenso com um bem-haja a todos os que trabalham para que o ideal monárquico se torne realidade.
Viva El Rey!
Henrique Sousa de Azevedo
Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011
Prémio Diogo Vasconcelos
Sábado, 27 de Agosto de 2011
Laughing together
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2011
Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011
Terça-feira, 26 de Julho de 2011
Da profundidade ideológica de Mao
“Zhang, de 53 anos, fora um funcionário de categoria média de Xangai que prendera a atenção de Mao devido à sua habilidade para produzir artigos que mascaravam as acções que serviam os interesses de Mao com paramentos marxistas. No início da Revolução Cultural, Mao promovera-o para o topo para executar a tarefa crucial de embrulhar a Purga em fraseologia ideológica. Zhang era a pessoa largamente responsável pelos textos que fizeram com que muitas pessoas na China e no estrangeiro albergassem ilusões sobre a verdadeira natureza da Revolução Cultural.”
Chang, Jung. Mao A História Desconhecida
Domingo, 17 de Julho de 2011
Roger Scruton - The Uses of Pessimism and the Danger of False Hope
A Princesa dos Empreendedores
Haverá quem se pergunte se Kate será a "princesa do povo", tal como a falecida mãe do Príncipe Guilherme, Diana. Mas Kate e a sua família, encarnam na realidade uma nobre, relativamente moderna, tradição própria - a tradição de melhorar a sua própria condição e da própria família, melhorando simultaneamente a sociedade. A tradição que Kate e os seus pais e irmãos encarnam tão bem é a do empreendedorismo. Durante séculos na Grã-Bretanha, as actividades comerciais eram desprezadas por muitos aristocratas, cuja riqueza residia na posse da terra e não se dignavam a envolver-se no comércio. Este casamento pode ser visto como o culminar de um longo processo de elevação do estatuto social do próprio empreendedorismo.(...)"
Berlau, John. Nova Cidadania, nº45, Verão 2011
para ler o resto, é comprar a revista.
Segunda-feira, 11 de Julho de 2011
O Enterro dos Habsburgos
O freire capuchinho pergunta:
- “Quem vem lá?”
O Camareiro-mor proclama o nome e títulos do falecido imperador Habsburgo:
- “Eu sou (Nome) … Imperador da Áustria, Rei Apostólico da Hungria, Rei da Boémia, Dalmácia, Croácia, Eslavonia, Galicia, Lodomeria, da Ilíria, e Rei de Jerusalém, Arquiduque da Áustria, Grão-Duque da Toscânia e Cracóvia, Duque da Lorena , Salzburgo, Caríntia, de Carniola e Bukovina, Grão-Príncipe da Transilvânia, Margrave da Morávia, Duque da Alta Silésia, Baixa Silésia, de Modena, Parma, Piacenza e Guastalla, de Auschwitz e Zator de Ticino, Friuli, Ragusa e Zara, Príncipe de Condé-Habsburgo e Tirol, de Kiburgo, em Goritz e Gradisca, Príncipe de Trento e Brixen, Margrave da Alta e Baixa Lusácia e Ístria, Conde de Hohenembs de Feldkirch de Brigance, no Sonnenberg, Senhor de Trieste, do Cattaro e Marche, Grande Voivode da Sérvia, etc. … ”
Depois de ouvir esta proclamação, o freire recusa-se a abrir a porta:
- “Não te conheço.”
O Camareiro-Mor bate outra vez na porta e respondendo à pergunta do porteiro "Quem vem lá?" entrega-lhe, desta vez, somente o nome do falecido príncipe:
- "E sou (Nome)... Sua Majestade Imperial e Real."
O porteiro recusa admissão:
- "Não te conheço."
Pela terceira vez o Camareiro bate à porta, e pela terceira vez o porteiro pergunta "Quem vem lá?". Desta vez, limita-se a dizer:
- "Eu sou (Nome)... um pobre mortal e um pecador."
O convento abre as suas portas e recebe por fim o caixão, rodeado por duas filas de monges capuchinhos. As orações funerárias dão-se de seguida, e o falecido dá entrada, por fim, na cripta Sagrada dos Habsburgos, para todo o sempre.
Sábado, 9 de Julho de 2011
Diogo Vasconcelos (1968-2011)
Não o podemos trazer de volta, mas sim aproveitar da melhor forma os que conselhos que nos deu quer durante a sua intervenção, quer na conversa tida durante e após o jantar.
Apresento as minhas condolências à sua família e lamento a perda de alguém que ainda teria tanto a dar a Portugal.

