Terça-feira, 29 de Dezembro de 2009

The Boy in the Striped Pyjamas

Recomendo vivamente este filme a quem ainda não viu; e quem já viu pode rever que vale bem a pena.
Uma história sobre a família tendo como pano de fundo a 2ª guerra mundial e uma comovente amizade entre duas crianças.
Excelente banda sonora, actores magníficos.


Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

É já esta quinta-feira - Conferência com Jaime Nogueira Pinto


É já esta quinta-feira, dia 17 de dezembro, no Salão Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, pelas 18h.

"The Shape of Things to Come" é o título de um livro de H.G.Wells em que ele especulava sobre as inovações tecnológicas e sociais do futuro século XX.

A conferência irá centrar-se numa "prospecção geopolítica - grandes poderes e poderes emergentes e sua relação de forças -mas também e sobretudo nos fenómenos recorrentes ligados a formas que consideramos "arcaicas" mas que reaparecem em força. Tais como a pirataria, as companhias militares privadas, as organizações criminosas transnacionais.E de um modo geral uma série de novos actores e poderes não -estatais."

Finalmente o professor Jaime Nogueira Pinto irá insistir "na incapacidade da mentalidade e das instituições presentes de lidarem com estes desafios, e da necessidade e fundamentos de um pensamento alternativo."

JNP

Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

O palhaço, por Mário Crespo

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.

Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.

O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.

E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

Ou nós, ou o palhaço.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=1446678

Sábado, 5 de Dezembro de 2009



Uma Sociedade Civil atenta é um factor decisivo para uma melhor Sociedade, um melhor Estado, uma melhor Humanidade.

Só Homens e Mulheres Livres, Responsáveis dessa Liberdade e por essa Liberdade, com uma educação de Consciência e Respeito, podem dar à sua Comunidade a Ajuda, o Exemplo e o Humanismo que é necessário à construção de um país do qual possamos ter orgulho.

Comecemos pelas pequenas acções. O Forum, apoiado pela AEFDUP, vai começar com a recolha entre os alunos da Universidade de peças de roupa que estes se disponibilizem a oferecer. O mínimo que possam oferecer é igualmente valioso!
As instituições de caridade (a Caritas neste caso) estão especialmente necessitadas de roupa interior masculina. Nestes últimos dias de aulas, só vos pedimos um último esforço, cuidadosamente levado num saco com algumas ou alguma roupa, que nós encaminharemos para a Caritas.

Contribua!

Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Conferência com Jaime Nogueira Pinto


Caras amigas e amigos,

A Plataforma Pensar Claro tem o prazer de anunciar a sua próxima iniciativa, a Conferência com Jaime Nogueira Pinto, dia 17 de Dezembro, às 18h00, no Salão Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

A conferência será subordinada ao Tema "A FORMA DAS COISAS QUE VÊM - Globalização e Fragmentação na ordem mundial do século XXI".

Cumprimentos e até lá!

Plataforma Pensar Claro

Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

Mais uma campanha de marketing viral?




O sapato virou-se contra o sapateiro:
Muntadar al-Zaid, famoso por alvejar George W. Bush com uma bota iraquiana de fraca qualidade (servindo assim de intérprete, ainda que sem de tal se dar conta, dos sentimentos de tantos fanáticos adolescentes europeus anti-Bush), foi ele próprio alvo de um sapato voador.

Quando falava numa "news-conference" (sim, obviamente que o senhor está a ser recompensado ...) um outro jornalista iraquiano atirou-lhe um sapato e acusou-o de "trabalhar em conjunto com a ditadura do seu país". Depois de se recompor do inesperado incidente, al-Zaid comentou com a audiência: "ele roubou-me a minha técnica!"...


Mas a história não fica por aqui! Quando fugia da sala, o plagiador acabou ele próprio por ser alvo de um lançamento de peça de calçado feito pelo irmão de al-Zaid (sim, porque isto de viajar sozinho a Paris é muito desagradável e há por aí muita ONG sem saber o que fazer ao dinheiro..).

Perante esta sucessão de factos tão bizarros só me ocorre perguntar se não estaremos perante uma campanha (genial, diga-se...) de marketing viral de uma qualquer empresa de calçado...

Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

Na mouche

"Henrique Neto arrasa Sócrates e justiça"

Hoje, DN Economia

Hoje é dia de Portugal!


Hoje é dia de Portugal, é dia da Independência, é dia da Restauração. Hoje é dia de todos nós, é dia de celebrar 900 anos de História, é dia de agradecer a todos aqueles que deram a vida para que hoje possamos chamar à terra que pisamos Portugal. Hoje é dia de relembrar feitos gloriosos, é dia de gritar ao mundo que somos Portugueses. É dia de sentir na alma o espírito de uma Nação, é dia de união nacional. Hoje é dia de olhar para o Passado, para o Presente e para o Futuro. Hoje é dia de exigirmos mais de nós próprios. Hoje, como todos os outros dias, é dia de sentir orgulho por nos dizermos Portugueses. Hoje é dia de Portugal!


No dia de hoje, Portugal está adormecido. As comemorações são tímidas ou inexistentes. No dia da Independência, olho para um Portugal escravo de uma Europa, olho para um Portugal desanimado, sem esperança. Vejo os jovens com ambições de viver no estrangeiro, vejo esses jovens anímicos quanto ao seu país, vejo os Portugueses fartos mas conformistas. É tempo de dizer basta! Recordo-me de uma grande frase de Franklin Roosevelt que disse qualquer coisa como: “Those who have enjoyed such privileges as we enjoy forget in time that men have died to win them”. Pois bem, é hora de honrar os nossos antepassados, de erguer a cabeça, marcar um rumo e segui-lo. Hoje é dia de ambição e de sonhos!